Gincana Cidade de Blumenau: Arromba domina a noite na Prova do Vídeo

E o Oscar vai para... Eis a grande festa de premiação da famosa prova do vídeo, da Gincana Cidade de Blumenau. E foi a Arromba a primeira grande vencedora do certame, embalada pelos acordes do Dazaranha (Divulgação)

E o Oscar vai para… Eis a grande festa de premiação da famosa prova do vídeo, da Gincana Cidade de Blumenau. E foi a Arromba a primeira grande vencedora do certame, embalada pelos acordes do Dazaranha (Divulgação)

(Andressa Peixer)

Na última sexta-feira (19/08) o Moinho do Vale foi palco da 1ª Festa do Oscar da Gincana Cidade de Blumenau (GCB). Mais de 400 integrantes das oito equipes e convidados prestigiaram o resultado da prova do vídeo, uma das mais tradicionais da Gincana. As produções foram exibidas na quarta-feira (17/08). E só durante a festa, os gincaneiros souberam o resultado.

Nesse ano, os filmes foram baseados em músicas de cantores ou bandas catarinenses. E a equipe que recebeu o prêmio de melhor vídeo foi a Arromba, com a canção Nossa Barulheira, do Dazaranha. A equipe da formiga atômica abocanhou três das quatro categorias em primeiro lugar (Roteiro, Trilha Sonora e Produção de Arte). Outro detalhe foram os empates, até mesmo no geral, com destaque ao resultado entre a Mik Dundee e a Capitão Caverna, cravadas no segundo lugar. A Coringas fechou o top 3.

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Gramming & Marbles (MotoGP) – Cal Crutchlow tira britânicos do jejum em Brno

Um britânico no topo da MotoGP outra vez. Graças a uma estratégia ousada na chuva, Cal Crutchlow fez milagre e levou a LCR-Honda a vitória em Brno, República Checa (Getty Images)

Um britânico no topo da MotoGP outra vez. Graças a uma estratégia ousada na chuva, Cal Crutchlow fez milagre e levou a LCR-Honda a vitória em Brno, República Checa (GP Update / Getty Images)

(Douglas Sardo)

É chover no molhado dizer que a temporada 2016 da MotoGP já entrou para a história. Não bastassem as provas espetaculares, houveram várias vitórias quebrando tabus, como o triunfo monumental de Jack Miller em Assen, primeira vitória de uma equipe privada na categoria em 10 anos.

Depois veio a primeira vitória de Andrea Iannone na categoria rainha, e primeira vitória da Ducati desde 2010. Em Brno, na pitoresca República Tcheca, mais um momento épico. Desta vez com o jovem Cal Crutchlow levando outra equipe privada ao lugar mais alto do pódio, sendo agora a LCR-Honda. Um britânico não vencia na MotoGP desde o lendário Barry Sheene, no GP da Suécia de 1981.

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Um dilêma nipônico: O imperador “proibido” de abdicar

Akihito, 82 anos e 27 de reinado no Japão. A idade tem pesado ao imperador da terra do sol nascente, e na última semana, mesmo que indiretamente, o velho monarca deixou claro que quer descansar a combalida saúde (Jun Sato/Getty Images)

Akihito, 82 anos e 27 de reinado no Japão. A idade tem pesado ao imperador da terra do sol nascente, e na última semana, mesmo que indiretamente, o velho monarca deixou claro que quer descansar a combalida saúde (Jun Sato/Getty Images)

Monarquias, atualmente, são grandes enfeites políticos mas que ainda representam uma forte ligação entre questões diplomáticas e grande parte do povo que, nos impérios ainda em pé no mundo, segue sendo um fiel grupo de súditos. Na história, os reis/rainhas só deixavam o trono com o repouso eterno (ou melhor dizendo, a morte, claro) e assim um novo monarca assumia a cadeira do pai. Funciona assim em algumas ditaduras também e que infelizmente ainda existem.

No entanto, em determinado momento da vida, o rei/rainha quer o descanso em vida ou deseja abrir mão do trono nem sempre só a favor de uma nova geração que toque o país e suas ideias adiante, alinhado entre povo e governo. Abdicar não é novidade, como vimos em 2014, quando o Rei Juan Carlo abdicou do trono em favor das ideias jovens do filho, Felipe, no trono da Espanha.

Mas, e se o imperador é, de certa forma, proibido de abdicar? É esse dilema que parece estar incomodando Akihito, o imperador japonês, que na última semana deixou o desejo de deixar o trono subentendido em pronunciamento pela TV (coisa muito rara) para milhares de nipônicos.

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Fabrício Wolff em A BOINA: Ética zero = Mundo pior

(Reprodução)

(Reprodução)

(Fabrício Wolff)

Quando os filósofos gregos estudaram e tentaram definir ética, muito provavelmente não deviam saber o quanto é difícil sua prática no dia a dia. Segundo eles, ética é a busca da felicidade individual visando o bem comum. Pode-se definir ética, também, como a escolha em fazer o correto independente de temor das leis humanas, divinas, do universo ou do julgamento da sociedade. Ética é a escolha em fazer o justo buscando não prejudicar ninguém.

Quando se fala em ética, se fala em retidão de caráter. O ético não tem medo de sombra, não sobe empurrando quem quer que seja dos degraus à sua frente. Não usa de artifícios ardis para se dar bem. Há quem acredite que ética é um dom natural do ser humano. Não é. Muito pelo contrário. Não se nasce ético. A ética é um traço de personalidade, faz parte do caráter, algo que se aprende com uma boa educação em casa, com exemplos.

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Gramming & Marbles (MotoGP): O fim da maldição, Ianonne vence a primeira e tira Ducati do jejum

Forza, Ducati! Depois de trapalhadas que colocaram em xeque sua competência como piloto, Andrea Ianonne leva a Desmosedici a vitória na Áustria. Tento que não vinha desde os "Stoner times", na bela Philip Island, em 2010 (Reprodução)

Forza, Ducati! Depois de trapalhadas que colocaram em xeque sua competência como piloto, Andrea Ianonne leva a Desmosedici a vitória na Áustria. Tento que não vinha desde os Stoner times, na bela Philip Island, em 2010 (Reprodução)

(Douglas Sardo)

Nada como boas férias para botar as idéias no lugar, não é mesmo? Pois é, essa frase batida cai como uma luva para a dupla de pilotos da Ducati. Ambos jogaram pela janela várias oportunidades de pódio, e até mesmo de vitórias nessa temporada. Ninguém tinha dúvidas sobre o potencial das Desmosedici, mas a grande questão era se os pilotos se recuperariam de tantas trapalhadas e finalmente levariam a equipe italiana de volta ao lugar mais alto do pódio.

Eis que nas longas retas do circuito de Spielberg, enfim, veio o triunfo. Primeira vitória de Andrea Iannone na MotoGP, com Andrea Dovizioso em segundo, fechando a dobradinha tutti italiani.

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Um Ticket Para Aventura – A coleção de marcadores de uma vampira (c/ Suuh Stef Quentin)

Depois de um longo inverno, frio por sinal, os bons amigos do 1TKT estão de volta as fileiras de A BOINA para mais uma aparição especial no nosso espaço. Novamente com a vampira Suuh Stef Quentin, a moça das cartas, apresenta agora uma coleção pitoresca da jovem de madeixas bordô: Afinal, você ouviu falar de uma coleção de marcadores de página?

Aqueles pequenos auxiliares da leitura dos engolidores de livros – que salvam os livros das temidas orelhas e não deixam perder páginas da saga também são muito bem colecionáveis. Prova que Suuh tem um pequeno-grande álbum de relíquias, recortes de aventuras, lembranças e tudo mais que se guardam nestas tirinhas de papel-cartão, que de insignificantes não tem nada.

Venha conosco e confira esta coleção pitoresca. Vale lembrar que este vídeo da parceria faz parte da programação especial do Veda (Vlog Every Day in April/August – Videos Todo Dia em Abril/Agosto). Então, dê aquela curtida no canal e acompanhe os vídeos deste mês dia a dia. Sempre com boas novidades!

Sem título

Urda em A BOINA: Russland 4 (O Ninho das Trovoadas)

(André Bonomini)

(André Bonomini)

(Urda Alice Klueger)

Para minhas primas Denise, Susana e Rosana

Éramos só eu e Atahualpa, meu cachorro, sobre o morro alto, na varanda da cabaninha rústica, naquele lugar que se chama Nova Rússia, e eu nunca espiara tão de perto o Ninho das Trovoadas.

Desde pequena que ouvia falar dele, daquele lugar onde as trovoadas nascem dentre os morros, ao sul do município, região de preservação ambiental, onde ainda dava para se viver como um dia, no passado… Pela vida afora vira incontáveis trovoadas vindo de lá e caindo sobre as minhas tardes, mas nunca estivera tão perto do ninho de onde elas saem. Então, no último sábado, sozinha com Atahualpa naquele lugar alto, consegui ver bem direitinho como é que uma trovoada nasce.

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Carteira de Trabalho: Um direito esquecido na prateleira

(Vídeo: Alexandre Pereira / RICTV Record Blumenau)

Coisas que não se entendem no Brasil, a gente poderia catalogar várias, principalmente em se tratando de direitos e deveres dos brasileiros, em muitas vezes sumariamente ignorados há muito tempo. O trabalho como gerente na Intendência do Garcia tem feito-me entrar em contato com diversas histórias dos que por lá passam a procura dos serviços oferecidos pelo espaço, mas também tem feito-me pensar em quantas faltas e esquecimentos o brasileiro ainda tem no cotidiano, especialmente nos documentos que deve portar.

Um deles foi o motivo maior desta crônica. Afinal, o que faz o brasileiro esquecer uma Carteira de Trabalho (CTPS)? Recebendo visitas dos colegas de imprensa na última semana por conta de uma pauta enviada pela Intendência sobre o problema – em especial TVL, Radio Clube de Blumenau e RICTV Record Blumenau (acima) – esta pergunta me veio a mente ao observar que no Distrito ainda acham-se a espantosa quantia de mais de 80 CTPS a espera dos portadores, que por motivos que não se fazem ideia, esqueceram completamente do documento emitido, muitas vezes abaixo de barracos sem motivo.

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Fabrício Wolff em A BOINA: Qual o país em que você quer viver?

Você gostaria de viver num sul independente do Brasil? O movimento separatista "O Sul é o Meu País" voltou a carga nos últimos dias com o chamado "plebisul", para consultar a população sobre a separação da região sul brasileira do resto da federação. Isto cola na prática? Há o que temer? (Reprodução)

Você gostaria de viver num sul independente do Brasil? O movimento separatista O Sul é o Meu País voltou a carga nos últimos dias com o chamado plebisul, para consultar a população sobre a separação da região sul brasileira do resto da federação. Isto cola na prática? Há o que temer? (Reprodução)

(Fabrício Wolff)

O movimento O Sul é Meu País está tirando o sono da Justiça. Grupo que quer transformar a região Sul em outro país, separando-o do Brasil, havia previsto plebiscito para o mesmo dia das eleições municipais. A Justiça proibiu tanto a realização da consulta na data das eleições (causaria confusão) quanto o uso do nome plebiscito (termo que, dizem, só pode ser utilizado pela Justiça Eleitoral). A organização, então, mudou a data da consulta de 02 de outubro para 01 de outubro e o nome do plebiscito, que agora chama plebisul. Tem certas coisas que são difíceis de entender. Uma delas é a Justiça querer criminalizar uma simples consulta pública.

A constituição brasileira diz que o país é composto por 26 estados indissolúveis e que é crime tentar separá-lo. Por conta disso, a Justiça até solicitou à Polícia Federal que enquadre os caras do tal movimento abrindo inquérito policial. A meu ver, estão cometendo dois erros. Primeiro, dando ainda maior repercussão pro movimento. Segundo, usando um peso e duas medidas.

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