Gramming & Marbles (Indy): Barbada! Pagenaud garante título com vitória fácil em Sonoma

Nous avons un champion! A Indy fala francês em 2016, e o homem atende pela graça de Simon Pagenaud, o melhor piloto da temporada e, merecidamente, o dono do campeonato com vitória sem sustos em Sonoma (IndyCar)

Nous avons un champion! A Indy fala francês em 2016, e o homem atende pela graça de Simon Pagenaud, o melhor piloto da temporada e, merecidamente, o dono do campeonato com vitória sem sustos em Sonoma (IndyCar)

(Douglas Sardo)

Quem assistiu a corrida decisiva da temporada 2016 da F-Indy no último domingo em Sonoma pode ter se decepcionado: As expectativas de um duelo emocionante pelo título entre Simon Pagenaud e Will Power logo foram evaporadas pelo desempenho soberano do francês, que jamais teve sua vitória ameaçada de fato.

Se já estava fácil para o gaulês, tudo ficou ainda melhor quando Power começou a se arrastar pela pista com problemas de câmbio. O australiano completou a prova com oito voltas de atraso, em grande anticlímax.

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Gramming & Marbles (F1): Rosberg segura Riccardo, triunfa em Cingapura e volta a liderar campeonato

Além do dever de casa: Mesmo com a pressão de Riccardo no fim da prova, Nico Rosberg soube aproveitar a chance para vencer sua corrida nº 200 e, de quebra, voltar a ser líder do campeonato de 2016. Corrida de poucas emoções no cercado de Marina Bay, em Cingapura (Getty Images)

Além do dever de casa: Mesmo com a pressão de Riccardo no fim da prova, Nico Rosberg soube aproveitar a chance para vencer sua corrida nº 200 e, de quebra, voltar a ser líder do campeonato de 2016. Corrida de poucas emoções no cercado de Marina Bay, em Cingapura (Getty Images)

(André Bonomini & Douglas Sardo)

Muito mais que o dever de casa no trenzinho asiático

Um ponto atrás de Lewis Hamilton, devendo uma atuação maiúscula e largando da pole. Nico Rosberg estava com o cetro do comando na mão na iluminada pista de Marina Bay, em Cingapura, e teria de demonstrar muito mais do que uma reles atuação para, além de vencer, regressar a ponta da tabela, nas mãos de Hamilton por apenas um mísero ponto. Ao menos, era essa a única expectativa para a prova, que precisaria de um milagre para ser emocionante no conjunto da obra, coisa que não foi salvo alguns poucos pegas.

Depois das 61 voltas de poucos pegas e uma fila indiana cujo comentaremos mais adiante, Rosberg até surpreendeu que esteve em Marina Bay, seja nas bancadas ou diante da TV. Uma atuação digna de piloto da Mercedes (ainda é cedo para dizer que é digna de campeão), com uma corrida firme, rápida e pensada, tendo apenas que se preocupar mais com os ataques de Daniel Riccardo no final da prova, sacramentando uma grande vitória e, o que é melhor, a volta a ponta da tabela do campeonato, oito pontos a frente de Hamilton.

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Fabrício Wolff em A BOINA: Progressão Automática, um desrespeito

(Repropdução / ND)

(Repropdução / ND)

(Fabrício Wolff)

Todo mundo sabe – ou pelo menos diz ou já ouviu dizer – que a educação é o futuro do país. Tudo bem… Deveria ser o presente, mas aqui no gigante adormecido tudo demora mais um pouco, o processo é sempre mais lento.

Quem está atento à importância da educação para uma nação, já ouviu falar também do Japão pós segunda guerra mundial. É, provavelmente, o exemplo mais clássico de como a educação, no caso específico voltada para a tecnologia, pode impulsionar economicamente um país. Há muitos outros exemplos mundo afora que demonstram que o conhecimento transmitido e adquirido no ensino escolar modifica para melhor seu povo, a nação e, por conseqüência, o país.

Na contramão de tudo o que se sabe sobre a importância da educação, o Governo do Estado de Santa Catarina acaba de anunciar a implantação da promoção automática para os alunos das primeiras, segundas e terceiras séries do ensino fundamental. Na prática, o aluno passa de qualquer jeito até a terceira série, saiba ou não ler e escrever, saiba ou não as continhas básicas da matemática. Só ao final da terceira série, haverá uma avaliação do aprendizado. E será exatamente aí, neste momento, que a porca torcerá o rabo. Se o aluno não souber, não tiver aprendido tudo o que precisaria saber na primeira e segunda série, o que fazer?

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Urda em A BOINA – Uivos

(Reprodução)

(Reprodução)

(Urda Alice Klueger)

Para Luis Angel Ramil e para aquele cachorro

Foi em 1955? Começo de 1956? (5 de novembro de 1956) Não sei, só sei que era muito pequenina, e que depois meu pai me levou lá me segurando pela mão, para ver aquele monte de destroços empretecidos pelo fogo, como num exorcismo, mas já era tarde. Já tomara conta de mim aquele uivo que já não sairia da minha alma e que me marcaria indelevelmente e faria com que eu nunca esquecesse, desde aquele tempo, o nome dela: Rua Capitão Euclides de Castro.

A já longa vida foi passando e muitas outras coisas foram acontecendo naquela rua: houve um tempo que levava sapatos para um sapateiro, ali, que se chamava Gramkow, se não me engano – era um polaco, com certeza. Houve um tempo em que entrava numa loja chamada Casa das Noivas para comprar flores de tecido, lá na década de 1980, para com elas prender os cabelos – quantas fotos tenho dessa época, quando transitava por uma juventude partida, capenga, que só tinha nexo porque eu escrevia…

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JSC 45: Um abraço ao Jornal de Santa Catarina

São 45 anos, e não aparenta a experiência com o sangue sempre jovem dos jornalistas que o tornam sempre pra frente, atualíssimo e marcante como patrimônio da imprensa catarinense que é: Eis o Jornal de Santa Catarina, 45 primaveras de história, pioneirismo e aventuras Reprodução)

São 45 anos, e não aparenta a experiência com o sangue sempre jovem dos jornalistas que o tornam sempre pra frente, atualíssimo e marcante como patrimônio da imprensa catarinense que é: Eis o Jornal de Santa Catarina, 45 primaveras de história, pioneirismo e aventuras (Reprodução)

1971

O ano depois do tri. A China de Mao Tsé-Tung entra nas Nações Unidas em substituição a Formosa, expulsa da organização. o Vietnã comia solto em guerra sangrenta e Bangladesh conquistava sua independência do Paquistão. Perdíamos o mito da moda Coco Channel e a voz rebelde de Jim Morrisson. Ganhávamos as risadas do Chaves, made in Mexico por Roberto Bolaños.

No Araguaia, Carlos Lamarca era abatido e o regime militar entrava de vez na fase mais repressiva sob o governo do General Médici. O mesmo Médici que visitaria, em maio, a ainda jovem Blumenau. Uma cidade que ainda chorava a perda do trem, mas que respirava alegre ao assistir a fundação da nova Escola Superior de Música no Carlos Gomes ou a inauguração do majestoso Restaurante Moinho do Vale, encostado na Prainha (Praça Jucelino Kubitschek).

Tantas histórias ao redor dele, fora as outras tantas que podíamos aqui recordar daquele 1971. Inclusive a de um patrimônio da imprensa blumenauense. Um legítimo sobrevivente entre os pioneiros que aqui se instalaram. Ainda sob as mãos dos empresários que, há meros três anos antes, trouxeram a Blumenau e a Santa Catarina a também pioneira TV Coligadas, nascia um pequeno-grande gigante que, no nome, já mostrava a intenção maior de cobrir o estado com a informação e o reflexo da própria gente: Nascia o Jornal de Santa Catarina.

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Cerveja Blumenau: A fábrica própria e uma linha com 10 produtos

De um rótulo comemorativo para um arsenal que já conta com 10 tipos de produtos derivados da sempre amada cerveja. A Ceveja Blumenau é uma grande ideia que deu mais do que certo e, agora, conta com fábrica própria para alçar voos maiores Reprodução)

De um rótulo comemorativo para um arsenal que já conta com 10 produtos (nove cervejas e um licor de cerveja). A Cerveja Blumenau é uma grande ideia que deu mais do que certo e, agora, conta com fábrica própria para alçar voos maiores (Reprodução)

(Marina Melz / Melz Assessoria de Imprensa)

Das receitas criadas nas panelas para uma estrutura com capacidade de 100 mil litros ao mês. De um rótulo comemorativo da casa de cervejas Bier Vila para uma cervejaria premiada nacional e internacionalmente. Motivos não faltam para comemorar a inauguração oficial da fábrica da Cerveja Blumenau, uma das mais novas marcas de cerveja da cidade e que, mesmo tão precoce, já tem jeito de experiente e grande.

Valmir Zanetti, diretor executivo da Cerveja Blumenau, destaca a ascensão rápida da marca e o papel dos diversos profissionais envolvidos com a operação para que tudo ocorresse de maneira harmoniosa. Desde o primeiro momento os fundadores tinham em mente que teríamos que surpreender pelas percepções macro e pela preocupação com cada mínimo detalhe. Contamos com pessoas incríveis que nos apoiaram e guiaram nossas decisões para que chegássemos aqui mais rápido do que imaginávamos e mantendo a mesma essência do primeiro dia, ressalta.

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Dia do Gaúcho: Palavras e canções para celebrar uma tradição

Quem é gaúcho, seja ferrenho ou de origem, guarda as três cores da bandeira no coração e costumes que chamam a atenção de tão marcantes. Detalhes de um povo que no último dia 20 celebrou estas e outras tantas coisas que traz no coração (Reprodução)

Quem é gaúcho, seja ferrenho ou de origem, guarda as três cores da bandeira no coração e costumes que chamam a atenção de tão marcantes. Detalhes de um povo que no último dia 20 celebrou estas e outras tantas coisas que traz no coração (Reprodução)

Quem mora em outras regiões do Brasil, talvez por certa generalização, as vezes pensa que todo o sul brasileiro é gaúcho. Não se censura, até pelo fato de nós mesmos generalizarmos qualquer pessoa vinda do nordeste como nordestino, independente do estado que de lá vem. Mas, a verdade mesmo é que a identidade gaúcha é única, muito mais pronunciada mesmo no estado extremo da região – o Rio Grande do Sul– e cuja bandeira de três cores foi empunhada por fortes que, um dia, sonharam em ver a então província andar por pernas próprias.

Assim como o 7 de setembro, dia de celebrar a brasilidade conquistada na independência, o dia 20 do mesmo mês tem no cerne a celebração de um povo e de sua tradição, tão marcante e bela quanto o carnaval. É o dia do gaúcho, ponto máximo da celebração dos costumes e história de um povo tão vibrante e forte que, mesmo abaixo das maiores peleias do dia a dia, ainda consegue sorrir e cantar as belezas da querencia amada.

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O ciúme: Um comportamento semelhante ao de viciado

(Reprodução)

O que é meu não é de outro, posse, raiva, brigas e coisas bem piores. O ciúme vai muito além de estar em letras de músicas, ele também pode ser um transtorno psicológico complicado para os casais, mas que tem como ser tratado (Reprodução)

(Liliani Bento / New Age Comunicação)

Ciúme é sempre uma sensação muito desagradável, pois, aparece em resposta à insegurança que se tem de perder um amor, um emprego ou até um amigo. Porém, na maioria das vezes se manifesta apenas no relacionamento amoroso. No entanto, a pessoa pode ter ciúmes apenas do seu companheiro ou também de familiares e coisas. O ciúme é um grande destruidor de afetos. A boa notícia é de que ele pode ser tratado, avisa a Life Coach, Edina Esmeraldino.

De acordo com Edina, quem percebe que sente muito ciúmes e pode ser prejudicado por esse sentimento, deve procurar ajudar de um psicólogo, terapeuta ou de um coach para participar de coaching integral sistêmico, por meio do qual vai se investigar a origem do problema e desenvolver uma metodologia para se curar ou, pelo menos, mantê-lo sobre controle. O ciúme pode ser considerado uma doença e como tal deve ser curado. Porém, a pessoa tem que tomar a firme decisão de que quer mudar, de que não quer mais esse tipo de emoção na sua vida. Caso contrário, nada vai mudar, avisa.

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Morte de Domingos Montagner: Quando a vida chega ao fim antes da ficção

Choque na produção de Velho Chico: Na última semana, a morte de Domingos Montanger causou comoção entre fãs das novelas e da TV, mais um da parte de uma história de atores que partiram antes do fim das produções que participavam Reprodução / Globo)

Choque na produção de Velho Chico: Na última semana, a morte de Domingos Montanger causou comoção entre fãs das novelas e da TV, mais um da parte de uma história de atores que partiram antes do fim das produções que participavam (Reprodução / Globo)

A teledramaturgia brasileira enlutou-se drasticamente nesta última quinta-feira (15/09) com uma tragédia digna dos folhetins mais marcantes. Afogado pelas águas turbulentas do Rio São Francisco, o ator Domingos Montagner, 54 anos, vivia talvez um dos momentos mais protuberantes da carreira curta e destacada. Uma perda que pode afetar seriamente as produções finais de Velho Chico, atração da Rede Globo no horário das 21h.

Domingos era casado e começou a carreira artista no circo, em 1980. Era uma espécie de operário da arte, tendo ascendido dez anos depois a ocupação de palhaço no seu primeiro trabalho com teatro. A primeira vez que atuou na TV, no entanto, foi apenas em 2008, na série de TV Mothern, do canal pago GNT (de propriedade da Globo). Em novelas, a primeira participação foi em 2011, no folhetim das 18h Cordel Encantado, vivendo o Capitão Herculano Araújo.

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Fabrício Wolff em A BOINA – Adeus Cunha (Parceiro de Dilma)!

(Reprodução)

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(Fabrício Wolff)

Apesar de todo o aparato extraoficial que armou na Câmara dos Deputados e forte influência que exerceu sobre seus pares, Eduardo Cunha foi defenestrado do cargo de deputado federal. Ainda que eleito pelo voto direto, Cunha foi cassado por uma mentirinha no depoimento que prestou em uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

Disse que não tinha conta bancária no exterior, mas tinha. Mentira muito maior a cassada ex-presidente Dilma Rousseff aplicou na população durante a campanha eleitoral. Mentira muito mais grave, que enganou a população. Ela disse que estava tudo bem quando sua política econômica enterrava o país e protelava o pior para depois da eleição.

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